O que fazer em Amsterdam?

Chegamos em Amsterdam à tarde, no aeroporto de Schiphol, após um voo direto vindo de Copenhague. Para ir do aeroporto até o centro da cidade podemos utilizar táxi, ônibus ou trem. A melhor opção e a mais fácil é pegar o trem, visto que, dentro do aeroporto encontra-se uma estação ferroviária, a passagem custa cerca de € 4 euros e em 15 minutos se chega à Estação Central. De táxi a corrida custa por volta de € 45,00 para o mesmo destino.

No aeroporto existem várias máquinas amarelas que vendem os bilhetes do trem e você pode pagar com cartão (em todas) ou dinheiro (em algumas). Estávamos com nossas malas e a viagem foi bem tranquila. Como escolhemos o Ibis, que fica bem ao lado da Estação Central, nem precisamos pegar táxi para chegar ao hotel, mas mesmo para os que não estão hospedados ali perto é possível, a partir da Estação Central, pegar ônibus, tram (espécie de bonde elétrico) ou táxi para diferentes locais da cidade.

O mapa abaixo mostra os principais pontos turísticos.

Dia 1

Como chegamos no final da tarde de uma sexta feira, fomos visitar o Museu de Van Gogh, que funciona de segunda a domingo até às 18 horas, com exceção das sextas que vai até 22 horas. Pegamos o tram número 2 em frente à Estação Central e descemos na parada  Van Baerlestraat, ao lado da Museumplein, praça dos museus. A entrada custa 17 euros e o programa é imperdível. O Museu Van Gogh inaugurou 1973 com a maior coleção de obras do artista em todo o mundo. O acervo mostra a trajetória artística do pintor com mais de 200 pinturas e 500 desenhos do artista. O museu contém também várias pinturas de outros artistas do século XIX.

Na Museumplein, também  está o  Museu Rijksmuseum e o Museu de Arte Moderna Stedelijk, e  o famoso letreiro IAMSTERDAM que todo mundo tira foto, inclusive eu!

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Saímos do museu e fomos caminhando até a Leidseplein, que é uma praça bem turística, cheia de bares e restaurantes.

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Dia 2

Acordamos cedo e partimos para Zaanse Schans, uma cidade bem próxima a Amsterdam onde estão vários dos famosos moinhos de vento holandeses. A cidade é um charme, cheia de casinhas de madeira antigas, fábricas de tamancos e de queijos! Da vontade de tirar foto de tudo.

Para chegar lá é muito fácil. Pegamos o ônibus 391 da empresa Conexxion, que sai na parte de trás da Estação Central. O trajeto dura uns 40 minutos e gastamos uma manhã para este passeio.

Após o almoço, já novamente em Amsterdam, fomos fazer o passeio de barco pelos canais, que sai em frente da estação central. Dura cerca de 1 hora e passa por lugares lindos. A vista da cidade pelos canais é sensacional.

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Passeamos pelas ruas do Jordaan, antigo bairro da classe operária, que hoje é uma das áreas mais bonitas da cidade, cheio de galerias de arte, bares e cafés antigos. Lugar mais calmo, com menos turistas,  perfeito para caminhar e apreciar os lindos canais da cidade.

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À noite, fomos conhecer a Red Light District, região famosa pela prostituição, que na Holanda é legalizada. São ruas estreitas, cheias de vitrines, onde as garotas se exibem de biquíni para uma avalanche de turistas. É proibido tirar fotos das moças e, embora seja um dos principais pontos turísticos da cidade, achei um pouco deprimente aquele lugar.

Dia 3

Fomos visitar o parque Keukenhof, parque das tulipas, que é uma das maiores atrações da Holanda. Ele funciona só na primavera e fica na cidade de Lisse. Para chegar lá pegamos um trem na estação Central até o aeroporto Schiphol e depois o ônibus 858. Tem um mar de gente fazendo a mesma coisa e você não vai errar. O parque é lindo e para que gosta de flores é imperdível.

Voltamos para Amsterdam no meio da tarde e passamos nosso resto do dia passeando pela rua Leidsestraat e praca Dam. Lugar mega movimentado, cheio de bares, restaurantes, lojas, trams e bicicletas, que aliás estão presentes por toda cidade. Na Praça Dam fica o famoso museu  de cera Madame Tussauds e também o Palácio Real.

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Depois de caminhar tanto, paramos no Bar Majestic, em frente a Praça Dam para um aperitivo. O lugar é um pouco caro, mas o prato estava uma delícia e considerando a localização e o visual da rua, valeu o preço!

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Dia 4

Fomos à Casa da Anne Frank, um museu fundado em 1960, no lugar em que Anne Frank morou com sua família durante a segunda guerra mundial. Com a ocupação nazista nos Países Baixos, Anne e outras pessoas judias ficaram escondidas em um prédio comercial dentro de um quarto oculto, e apesar de Anne ter sido levada aos campos de concentração aos 15 anos, seu diário contando sua vida durante o holocausto foi salvo e hoje é um dos livros mais traduzidos e foi base para o filme O Diário de Anne Frank que ganhou 3 Oscars. Os ingressos custam 9 euros e devem ser adquiridos com antecedência aqui. A visita é impactante e mostra um pouquinho dos horrores enfrentadas por aqueles que foram perseguidos durante a segunda guerra.

Visitamos o mais famoso parque da cidade, Vondelpark. Estava cheio mas é legal ver como os europeus aproveitam seus parques.

Depois pegamos o trem para Bruxelas na Estação Central, e a impressão deixada de Amsterdam, foi de uma cidade linda, vibrante e que merece ser explorada além dos circuitos turísticos. Adoramos!

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